Hoje em dia o assunto “comer emocional” está em alta: existem várias nutricionistas e psicólogos explorando cada vez mais esse assunto. E essa é uma ótima notícia!

Até pouco tempo atrás, achávamos que engordar só tinha a ver com com a quantidade de comida que mandávamos para dentro, e com o quanto queimávamos na academia. Felizmente estamos cada vez mais conscientes de que a conta não é tão simples assim, e que a forma como comemos tem muito a ver com o nosso estado emocional.

Quando a escritora  Geneen Roth escreveu o livro Mulheres, Comida & Deus (Women Food and God), há quase dez anos atrás, esse tipo de assunto não estava tão em pauta e ela realmente foi uma das pioneiras a falar sobre o impacto que os nossos sentimentos têm nas nossas escolhas alimentares.

Nele, ela fala bastante da necessidade, cada vez mais frequente, de comer para preencher vazios internos. O quanto às vezes comemos sem pensar, sem nem sentir o gosto, sem sentir prazer, porque estamos com alguma questão interna mal-resolvida?

Não é tão simples assim identificar o chamado “comer emocional”, mas ela dá algumas pistas de como podemos nos analisar melhor e encontrar outras fontes de alegria na vida.

Comer é uma delícia! Mas não deveríamos achar que essa é a a única forma de sentir prazer. A felicidade pode estar em tantos lugares…você já parou para se perguntar onde está a sua?

Se a resposta está somente ligada à comida, alguma coisa está errada. E vale a pena investigar antes que o ato de comer vire um problema, e deixe de ser algo gostoso.

O legal desse livro é que ele também traz vários casos reais, que sempre são interessantes e podem gerar identificação.

Fica a dica de leitura e, abaixo, o link para um trecho de uma entrevista que Geneen Roth deu para a Oprah Winfrey ano passado. 😉